“Sempre e por toda parte o verdadeiro símbolo da natureza é o círculo, porque ele é o esquema do retorno; com efeito, esta é a forma mais geral na natureza, a mais observada em todas as coisas, desde o curso das estrelas, até a morte e nascimento dos seres orgânicos, e o único capaz, na torrente incessante do tempo e de seu conteúdo, de servir de fundamento a uma existência permanente, isto é, uma natureza.”
Arthur Schopenhauer
Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 39 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si
🔖 Assim como Schopenhauer, para Spinoza, a Natureza (que ele entende como Deus) é permanente, eterna:
“Com efeito, Deus (…) é a substância que (…) existe necessariamente, isto é (…), a cuja natureza pertence existir, ou seja (…), de cuja definição segue que ele existe, e por isso (…) é eterno.”
Benedictus de Spinoza
