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“Ora, se a mãe de todas as coisas se preocupa tão pouco em largar sem proteção seus filhos entre mil perigos sempre ameaçadores, isso só pode ser porque ela sabe que, caso eles sucumbam, recaem em seu seio, onde estarão protegidos e, por isso, sua queda não é mais que uma brincadeira.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 35 a 36 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si | A mãe de todas as coisas: a natureza

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