“(…) nada deve parecer verdadeiro porque dito com eloquência; nem falso porque os sinais proferidos pelos lábios soam desordenados; inversamente, uma fala não é verdadeira porque pronunciada de maneira grosseira; nem falsa porque é brilhante. Há sabedoria e estultice em ambos os casos, assim como há alimentos úteis e inúteis, e as palavras elegantes ou rudes são como vasos refinados ou rústicos, em que ambos os tipos de alimentos podem ser servidos.”
Santo Agostinho
Livro: Santo Agostinho – Confissões (Penguin Classics Companhia das Letras, 2017 – Escrito de 397 a 400 d. C.) | Autor: Santo Agostinho | Página: 127
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