“Se refletirdes, vereis que o temor é uma das razões do desejo de aceitar uma crença. Se nenhuma crença tivéssemos, que nos aconteceria? Não ficaríamos aterrorizados com o que poderia acontecer? Se não tivéssemos nenhum padrão de ação, baseado em crença – crença em Deus, ou no comunismo, ou no socialismo, no imperialismo, ou em alguma espécie de fórmula religiosa, algum dogma pelo qual somos condicionados – sentir-nos-íamos perdidos, não?”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 51

“Pode-se ver como as crenças políticas e religiosas, nacionais e de vários outros tipos, separam os homens, geram conflitos, confusão e antagonismo. É um fato óbvio. Entretanto, não temos vontade de abandoná-las.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Páginas: 50 a 51

“O amor não é memória. O amor não é experiência. Não é amor pensarmos na pessoa que amamos, pois isso é apenas pensamento. Não se pode pensar o amor. (…) O amor, por conseguinte, não é uma experiência.

Quando há amor, há ação, (…).”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 49

🔖 Leia outras frases que expressam a mesma ideia:

…

“(…) a ideia é resultado do processo de pensamento, o processo de pensamento é reação da memória, e a memória é sempre condicionada.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 48

“A vida, porém, como a conhecemos, a nossa vida diária, é um processo de ‘vir a ser’.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 46

“A maioria de nós não é criadora; somos relógio de repetição, meros gramofones a tocar e a retocar certas cantigas da experiência, certas conclusões e lembranças, nossas próprias ou de outrem.”

 J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 43

“Se desejo compreender alguém, não devo condená-lo; devo observá-lo, estudá-lo. Devo amar a coisa que estou estudando. Se desejamos compreender uma criança, devemos amá-la e não condená-la. Devemos brincar com ela, observar-lhe os movimentos, as idiossincrasias, os modos de conduta; se apenas a condenamos, se lhe resistimos ou reprovamos, não pode haver compreensão da criança.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 41

“Para nos transformarmos é essencial o autoconhecimento; se não sabemos o que somos, não pode haver transformação. Deve o indivíduo conhecer a si mesmo tal como é, e não como deseja ser, pois isso é apenas um ideal e, portanto, fictício, imaginário. Só o que é pode ser transformado, e não aquilo que desejamos ser.”

J. Krishnamurti

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 40

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

…

“Por menor que seja nosso mundo, se pudermos transformar nossas relações dentro desse pequeno mundo, essa transformação, qual onda sonora, ir-se-á dilatando constantemente, no mundo exterior. Julgo ser importante compreender bem este ponto, isto é, que o mundo são nossas relações, por mais limitadas que sejam; e que, se pudermos operar uma transformação aí, não uma transformação superficial, porém radical, começaremos a transformar o mundo.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 39

“Para transformarmos o mundo, precisamos começar por nós mesmos; e o que é relevante no começar por nós mesmos, é a intenção. A intenção deve ser a de compreendermos a nós mesmos e não de esperarmos que outros se transformem ou realizem uma alteração superficial pela revolução da esquerda ou da direita. Importa compreendermos que esta obrigação é nossa, vossa e minha.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 38

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

…

“Nossa educação, nossa estrutura social, nossa pretensa vida religiosa, está toda baseada na imitação. Quer dizer, estou ajustado a uma determinada fórmula social ou religiosa. Deixei de ser um verdadeiro indivíduo, e, psicologicamente, tornei-me simples máquina repetitiva, com certas reações condicionadas, de hinduísta, de cristão, budista, alemão, ou inglês. Nossas reações são condicionadas segundo o padrão da sociedade, seja oriental, seja ocidental, religioso ou materialista.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 37

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

…

“Tal é o nosso problema. Vemos que a sociedade está ruindo e se desintegrado, e somos nós, – vós e eu – que temos de ser os arquitetos. Este problema é nosso. Cumpre-nos descobrir de novo os valores e construir sobre bases mais profundas e duradouras. Porque, se ficarmos contando com os arquitetos profissionais, os construtores políticos e religiosos, continuaremos exatamente na mesma situação de antes.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 36

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

…

“A revolução na sociedade deve começar pela transformação interior, a transformação psicológica do indivíduo.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 35

🔖 Leia outras frases que expressam a mesma ideia:

…

“Quando cremos de um modo qualquer – religioso, econômico ou social – quando cremos em Deus, em ideias, num sistema social que separa o homem do homem, no nacionalismo, etc., estamos sem dúvida atribuindo um falso valor à crença, o que denota estupidez, uma vez que a crença divide os homens, não une os homens.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 35

“O que sois o mundo é. Vosso problema, pois, é o problema do mundo.”

 J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 33

🔖 Leia outras frases que expressam a mesma ideia:

…