“Esta é a manifestação característica do arquétipo: uma espécie de força primordial se apodera da psique e a impele a transpor os limites do humano, dando origem aos excessos, à presunção (inflação!), à compulsão à ilusão ou à comoção, tanto no bem como no mal.”

C. G. Jung

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 63

“Ao que parece, os arquétipos não são apenas impregnações de experiências típicas, incessantemente repetidas, mas também se comportam empiricamente como forças ou tendências à repetição das mesmas experiências.”

C. G. Jung     

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 61

🔖 Leia outras citações que abordam o mesmo tema:

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“Sempre encontramos nos doentes um conflito que se liga, num determinado ponto, aos grandes problemas da sociedade; quando a análise chega a esse ponto, o conflito aparentemente individual revela-se um conflito universal de seu ambiente e de sua época.”

C. G. Jung

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 130

“Por um lado, ele quer suprimir-se e por outro, libertar-se: a esta luta dá-se o nome de neurose.”

C. G. Jung       

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 131

“Comumente, as neuroses juvenis são produzidas por um choque entre as forças de realidade e uma atitude infantil insuficiente, caracterizada, em sua causa, por uma dependência anormal dos pais reais ou imaginários e, em sua meta, por uma criatividade deficiente, isto é, por propósitos e ambições inadequados.”

C. G. Jung     

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 51

“(…) nenhum ser humano é exclusivamente introvertido nem exclusivamente extrovertido, ambas as atitudes existem dentro dele, mas só uma foi desenvolvida com função de adaptação (…)”

C. G. Jung      

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 48

📚 Outros livros que falam sobre introversão e extroversão são:

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“(…) não existem muitas pessoas normais. O que comumente entendemos por ‘homem normal’ é, na realidade, o homem ideal, portador de uma feliz mistura de caráter – o que é raríssimo.”

C. G. Jung     

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Páginas: 47 e 48

“Já vi mais de uma pessoa cuja vida só teve utilidade e sentido graças a uma neurose, que a impedia de cometer todas as asneiras decisivas da vida, obrigando-a a levar uma existência que desenvolvesse seus germes preciosos, que teriam sido sufocados caso a neurose, com mãos de ferro, não a tivesse colocado em seu devido lugar.”

C. G. Jung    

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 39

“Uma pessoa só foi compreendida pela metade, quando se sabe a proveniência de tudo o que aconteceu com ela. (…) Como ser vivo, ela não foi compreendida, porque a vida não é só ontem nem fica explicada quando se reduz o hoje ao ontem. A vida também é amanhã; só compreendemos o hoje se pudermos acrescentá-lo àquilo que foi ontem e ao começo daquilo que será amanhã.”

C. G. Jung    

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 38

🔖 Leia outras citações que abordam o mesmo tema:

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“A alma não é só isso ou aquilo, ou, se preferirem, isso e aquilo, mas também tudo que ela já fez e ainda vai fazer com isso.”

C. G. Jung    

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 38

“Finalmente, fundamentado em muitas observações e experiências, cheguei a apresentar dois tipos básicos de comportamento ou de atitude, ou seja, a introversão e a extroversão. A primeira atitude, quando normal, é caracterizada por um ser hesitante, reflexivo, retraído, que não se abre com facilidade, que se assusta com objetos e sempre está na defensiva, gostando de se proteger por trás do escudo de uma observação desconfiada. A segunda, quando normal, é caracterizada por um ser afável, aparentemente aberto, de boa vontade, que se adapta bem a qualquer situação, se relaciona facilmente com as pessoas e, não raro, se lança despreocupado e confiante em situações desconhecidas sem levar em conta a eventualidade de certos riscos. É evidente que no primeiro caso é o sujeito quem decide e no segundo o objeto.”

C. G. Jung    

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 36

📚 Outros livros que falam sobre introversão e extroversão são:

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“Um homem completo, no entanto, sabe que mesmo seu mais feroz inimigo, não um só, mas um bom número deles, não chega aos pés daquele terrível adversário, ou seja, aquele ‘outro’ que ‘habita em seu seio’.”

C. G. Jung

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 27

🔖 Leia outras frases que expressam a mesma ideia:

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“Na realidade, a natureza humana é portadora de um combate cruel e infindável entre o princípio do eu e o princípio do instinto: o eu, todo barreiras; o instinto, sem limites; ambos os princípios com igual poder.”

C. G. Jung    

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 26

“(…) é matematicamente certa a previsão de que à alegria e ao êxtase que nos arrebatam a alturas heroicas e divinas corresponde uma queda proporcional em profundidade.”

C. G. Jung   

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 25

“O fato de o homem ter um lado sombrio é terrível, convenhamos, pois esse lado não é feito apenas de pequenas fraquezas e defeitos estéticos, mas tem uma dinâmica francamente demoníaca. É raro que o homem, o indivíduo, saiba disso. Parece-lhe inconcebível que possa, em algum ponto ou de alguma forma, exceder-se a si mesmo. Mas se deixarmos que esses seres inofensivos formem uma massa, em determinadas circunstâncias essa massa pode dar origem a um monstro delirante.”

C. G. Jung   

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 22

“O erotismo constitui um problema controvertido e sempre o será, (…). Por um lado, pertence à natureza primitiva e animal do homem e existirá enquanto o homem tiver um corpo animal. Por outro lado, está ligado às mais altas formas do espírito. Só floresce quando espírito e instinto estão em perfeita harmonia. Faltando-lhe um dos dois aspectos, já se produz um dano ou, pelo menos, um desequilíbrio, devido a unilateralidade, podendo resvalar facilmente para o doentio. (…) Este dilema mostra toda a insegurança que o erotismo traz ao homem.”

C. G. Jung   

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 20

“(…) a moral não foi trazida do alto do Sinai em forma de tábuas e imposta ao povo, mas constitui uma função da alma humana, tão antiga quanto a própria humanidade. A moral não nos é imposta de fora, nós a temos definitivamente dentro de nós mesmos, a priori; não a lei, mas o ser moral, sem o que seria impossível conviver na sociedade humana. (…) As leis morais, porém, só têm validade dentro de um grupo de convívio humano. Fora dele, deixam de existir, pois reina, desde sempre, aquela verdade antiquíssima: ‘homo homini lupus’ (o homem é o lobo do homem).”

C. G. Jung   

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 19

🔖 Citações que expressam a mesma ideia:

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