“Vejo Deus nos instrumentos e mecanismos que funcionam de forma confiável.”
Poema de Buckminster Fuller
Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 77
“Aprendi a verdade do zen quando diz que, se você estiver disposto a viajar pelo mundo para encontrar um mestre, um deles aparecerá na casa ao lado.”
Steve Jobs sobre sua experiência na Índia
Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 68
“Na Idade Média, por exemplo, na medida em que a maior parte da população dos feudos era analfabeta, a arte serviu para ensinar os principais preceitos da religião católica e para relatar as histórias bíblicas.”
Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires
Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 400
“Estudos a respeito dos primórdios da nossa civilização relacionam o aparecimento das primeiras angústias metafísicas do homem ao registro dos primeiros sinais ao culto aos mortos. Na medida em que o homem se percebe finito, aguarda com ansiedade o que poderá ocorrer após a morte. A crença na imortalidade, na vida depois da morte, simboliza bem a recusa da própria destruição e o anseio de eternidade.”
Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires
Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 368
“Por mais que eu procure em mim a razão que me determina, mais sinto que eu não tenho nenhuma outra senão apenas a minha vontade: sinto aí claramente minha liberdade, que consiste unicamente em tal escolha. É isto que me faz compreender que sou feito à imagem de Deus.”
Bousset no Tratado sobre o livre-arbítrio
Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 317
“A religião e a moral do século XIX desempenharam seu papel, ajudando a proclamar que ‘perder tempo’ era um pecado.”
Woodcock
Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 289
“No princípio era o Verbo… É o pensamento que tudo cria e produz? Seria preciso pôr: No princípio era a Força… O espírito vem em meu auxílio! Vejo de súbito a solução e escrevo com segurança: No princípio era a Ação.”
Goethe
Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 271
“Não foi Deus que criou o homem; ao contrário, foi o homem que criou Deus e, num processo antropomórfico, projetou num céu a sua própria imagem idealizada. Mas, ao adorar esse Deus forjado por ele mesmo, o homem religioso se despersonaliza, não mais se pertence, se aliena.”
Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires sobre o pensamento de Feuerbach
Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 270
“Descartes lança mão, entre outras provas, da famosa prova ontológica da existência de Deus. O pensamento desse objeto – Deus – é a ideia de um ser perfeito; se um ser é perfeito, deve ter a perfeição da existência, senão lhe faltaria algo para ser perfeito. Portanto, ele existe.”
Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires
Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 167
“Todo o curso das coisas nos ensina a ter fé. Nós só temos que obedecer. Há um guia para cada um de nós e, se ouvirmos atentamente, haveremos de escutar a palavra certa.”
Napoleon Hill
Livro: Pense e enriqueça (BestSeller, 2023 – Primeira edição 1937) | Autor: Napoleon Hill | Página: 55
“No desenvolvimento da cultura humana, não podemos fixar um ponto onde termina o mito e a religião começa. Em todo curso de sua história, a religião permanece indissoluvelmente ligada a elementos míticos e repassada deles.”
Cassirer, Antropologia filosófica
Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 25
“(…) a humanidade recorre aos mitos e aos símbolos religiosos para entender a dinâmica da natureza e das relações sociais, além do sentido da existência.”
Editora Astral Cultural
Livro: Coleção saberes: 100 minutos para entender Platão (Astral Cultural, 2022) | Página: 29
“Não é necessário acreditar que houve um rei Artur para apreender o significado das histórias da Távola Redonda, mas os cristãos dizem que precisamos acreditar que houve um Cristo, senão os milagres não têm sentido.”
Bill Moyers
Livro: O poder do mito (Palas Athena, 1990) | Autor: Joseph Campbell com Bill Moyers | Página: 151
“Nossa vida desperta o nosso caráter. Você descobre mais a respeito de você mesmo à medida que vai em frente. Por isso é bom estar apto a se colocar em situações que despertam o mais elevado e não o mais baixo de sua natureza. ‘Não nos deixeis cair em tentação.’”
Joseph Campbell
Livro: O poder do mito (Palas Athena, 1990) | Autor: Joseph Campbell com Bill Moyers | Página: 138
“A eternidade não é um tempo vindouro. Não é sequer um tempo de longa duração. Eternidade não tem nada a ver com tempo. Eternidade é aquela dimensão do aqui e agora e que todo pensar em termos temporais elimina. Se você não a atingir aqui, não vai atingi-la em parte alguma.”
Joseph Campbell
Livro: O poder do mito (Palas Athena, 1990) | Autor: Joseph Campbell com Bill Moyers | Página: 70 a 71
“Ora, Deus com certeza sabia muito bem que o homem ia comer o fruto proibido. Mas só procedendo assim é que o homem poderia se tornar iniciador de sua própria vida. A vida, na realidade, começou com aquele ato de desobediência.”
Joseph Campbell
Livro: O poder do mito (Palas Athena, 1990) | Autor: Joseph Campbell com Bill Moyers | Página: 53
“O Jardim do Éden é uma metáfora para aquela inocência que desconhece o tempo, desconhece os opostos e vem a ser o centro primordial a partir do qual a consciência se dá conta das mudanças.”
Joseph Campbell
Livro: O poder do mito (Palas Athena, 1990) | Autor: Joseph Campbell com Bill Moyers | Página: 53
“O mistério da vida está além de toda concepção humana. Tudo o que conhecemos é limitado pela terminologia dos conceitos de ser e não ser, plural e singular, verdadeiro e falso. Sempre pensamos em termos de opostos. Mas Deus, o supremo, está além dos pares de opostos, já contém em si tudo.”
Joseph Campbell
Livro: O poder do mito (Palas Athena, 1990) | Autor: Joseph Campbell com Bill Moyers | Página: 51
“Existe, na realidade, uma explicação histórica baseada na chegada dos hebreus a Canaã e na subjugação do povo de Canaã. A principal divindade desse povo era a Deusa, e, associada à Deusa, estava a serpente. Este é o símbolo do mistério da vida. Os hebreus, orientados na direção de um deus masculino, rejeitaram isso. Em outras palavras, existe uma rejeição histórica da Deusa-Mãe, implícita na história do Jardim do Éden.”
Joseph Campbell
Livro: O poder do mito (Palas Athena, 1990) | Autor: Joseph Campbell com Bill Moyers | Página: 50