“(…) não se distingue corretamente individualismo de individualização. Individualismo significa acentuar e dar ênfase deliberada a supostas peculiaridades, em oposição a considerações e obrigações coletivas. A individualização, no entanto, significa precisamente a realização melhor e mais completa das qualidades coletivas do ser humano; é a consideração adequada e não o esquecimento das peculiaridades individuais, o fator determinante de um melhor rendimento social.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 49

“O homem possui uma faculdade muito valiosa para os propósitos coletivos, mas extremamente nociva para a individualização: sua tendência a imitação. (…) A base da ordem social não é a lei, mas a imitação, este último conceito abarcando também a sugestionalidade, a sugestão e o contágio mental.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 29

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

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“Todo indivíduo é, inconscientemente, pior em sociedade do que quando atua por si só. O motivo é que a sociedade o arrasta e na mesma medida o torna isento de sua responsabilidade individual. Um grupo numeroso de pessoas, ainda que composto de indivíduos admiráveis, revela a inteligência e moralidade de um animal pesado, estúpido e predisposto à violência.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 27

“O pensamento, sentimento e esforço coletivos são relativamente mais fáceis do que a função e o esforço individuais; daí a grande tentação de substituir a diferenciação individual da personalidade pela função coletiva.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 26

“Na psique coletiva abrigam-se todas as virtudes específicas e todos os vícios da humanidade e todas as outras coisas. Alguns se apropriam da virtude coletiva como de um mérito pessoal, outros encaram o vício coletivo como uma culpa que lhes cabe. As duas posições são tão ilusórias quanto a mania de grandeza e o sentimento de inferioridade.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 24

“De todas as virtudes, a simplicidade é a minha favorita, tanto que acredito que pode resolver a maioria dos problemas, sejam pessoais, sejam mundiais. Quando a abordagem da vida é simples, não é preciso mentir tanto, nem brigar, roubar, invejar, enraivecer, agredir, matar. Todos terão o suficiente com abundância, e não precisarão acumular, especular, apostar, odiar. Quando o caráter é belo, somos belos. Essa é a beleza da simplicidade.”

Ela Bhatt

Livro: Essencialismo – A disciplinada busca por menos (Ed. Sextante, 2015) | Autor: Greg McKeown | Página: 254

“Quando esquecemos que temos livre-arbítrio, aprendemos a impotência. Pouco a pouco, permitimos que nosso poder seja nos tirado até nos tornarmos um elemento da escolha dos outros – ou até de nossas passadas.”

Greg McKeown

Livro: Essencialismo – A disciplinada busca por menos (Ed. Sextante, 2015) | Autor: Greg McKeown | Página: 47

🔖 Outras citações que falam sobre o mesmo tema:

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“A ideia de que podemos ter e fazer tudo não é nova. Esse mito tem sido pregado há tanto tempo que acredito que praticamente todo mundo que está vivo hoje foi contaminado por ele.”

Greg McKeown

Livro: Essencialismo – A disciplinada busca por menos (Ed. Sextante, 2015) | Autor: Greg McKeown | Página: 23

🔖 Citações que abordam o mesmo tema:

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“Não podemos legitimar usar rótulos como desculpas para o nosso insucesso em propiciar ambientes adequados de aprendizagem.”

R. Vance Hall   

Livro: Manipulação de Comportamento Parte 3 – Modificação de comportamento: Aplicações na escola e no lar (Ed. da Universidade de São Paulo, 1973) | Autor: R. Vance Hall | Página: 27 | Contexto: Rótulos como “criança com problemas emocionais”, “insegura” ou “incapacitada para aprendizagem”.

🔖 Outra citação que aborda a mesma ideia:

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“A punição não é necessariamente o oposto de reforçamento, e nem sempre resulta em melhora de comportamento.”

R. Vance Hall   

Livro: Manipulação de Comportamento Parte 3 – Modificação de comportamento: Aplicações na escola e no lar (Ed. da Universidade de São Paulo, 1973) | Autor: R. Vance Hall | Página: 22

“Consequências que são reforçadoras para algumas pessoas podem não funcionar efetivamente como reforçamento para outras. Algumas pessoas andariam quilômetros para conseguir um cigarro, enquanto outras não o aceitariam nem de graça.”

R. Vance Hall   

Livro: Manipulação de Comportamento Parte 3 – Modificação de comportamento: Aplicações na escola e no lar (Ed. da Universidade de São Paulo, 1973) | Autor: R. Vance Hall | Página: 20 | Contexto: Reforço positivo

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

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“Um problema associado ao uso da punição na modificação de comportamento é que a pessoa que aplica a punição, e a situação punitiva, podem se tornar um agente punitivo secundário ou condicionado. Assim, a professora ou os pais e a escola ou o lar podem tornar-se estímulos punitivos que levam ao comportamento de esquiva ou fuga.”

R. Vance Hall   

Livro: Manipulação de Comportamento Parte 2 – Modificação de comportamento: Princípios Básicos (Ed. da Universidade de São Paulo, 1973) | Autor: R. Vance Hall | Página: 24

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

…

“Não podemos supor, entretanto, que todas as coisas que pareçam ser aversivas sejam agentes punitivos. (…) a repreensão da professora pode ser um reforço que irá aumentar o comportamento inadequado de certos alunos.”

R. Vance Hall   

Livro: Manipulação de Comportamento Parte 2 – Modificação de comportamento: Princípios Básicos (Ed. da Universidade de São Paulo, 1973) | Autor: R. Vance Hall | Página: 21

🔖 Outra frase que aborda a mesma ideia:

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“Os sistemas de reforçamento por ficha, quando devidamente aplicados, podem ser extremamente úteis na manipulação de uma grande amplitude de comportamentos.”

R. Vance Hall

Livro: Manipulação de Comportamento Parte 2 – Modificação de comportamento: Princípios Básicos (Ed. da Universidade de São Paulo, 1973) | Autor: R. Vance Hall | Página: 19 | Contexto: Estrelas que a professora dá aos alunos ou selos de descontos de supermercados.