“Liberdade – essa palavra

que o sonho alimenta:

que não há ninguém que explique,

e ninguém que não entenda!”

Cecília Meireles – Romance XXIV ou da Bandeira da Inconfidência

Livro: Romanceiro da Inconfidência (Editora Nova Fronteira, 1989 – Data da primeira publicação 1953) | Autora: Cecília Meireles | Página: 108 | A bandeira da Inconfidência se tornou a bandeira de Minas Gerais

“O prazer é um intervalo na desgraça…”

Cecília Meireles – Romance XVIII ou dos Velhos do Tejuco

Livro: Romanceiro da Inconfidência (Editora Nova Fronteira, 1989 – Data da primeira publicação 1953) | Autora: Cecília Meireles | Página: 88 | Tejuco: nome original da cidade de Dimantina – MG

“Como as palavras se torcem. conforme o interesse e o tempo!”

Cecília Meireles – Romance XVI ou da Traição do Conde

Livro: Romanceiro da Inconfidência (Editora Nova Fronteira, 1989 – Data da primeira publicação 1953) | Autora: Cecília Meireles | Página: 85 | O poema se refere ao Conde de Assumar, que mandou incendiar as casas dos revoltosos da Revolta de Vila Rica, 69 anos antes da Inconfidência Mineira

“Deus do céu, como é possível penar tanto e não ter nada!”

Cecília Meireles – Romance VII ou do Negro nas Catas

Livro: Romanceiro da Inconfidência (Editora Nova Fronteira, 1989 – Data da primeira publicação 1953) | Autora: Cecília Meireles | Página: 61 | Catas: garimpo, escavação

“Nesse ponto descobrem-se as distâncias que separam o registro da invenção poética: o primeiro fixa determinadas verdades que servem à explicação dos fatos; a segunda, porém, anima essas verdades de uma força emocional que não apenas comunica fatos, mas obriga o leitor a participar intensamente deles, arrastado no seu mecanismo de símbolos, com as mais inesperadas repercussões.”

Cecília Meireles

Livro: Romanceiro da Inconfidência (Editora Nova Fronteira, 1989 – Data da primeira publicação 1953) | Autora: Cecília Meireles | Página: 21

“Na mesma cova do tempo

cai o castigo e o perdão.”

Cecília Meireles

Livro: Romanceiro da Inconfidência (Editora Nova Fronteira, 1989 – Data da primeira publicação 1953) | Autora: Cecília Meireles | Página: 18

“Não há poeta verdadeiro que não seja um místico.”

Diogo de Vasconcelos; Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade (coordenação)

Livro: História da civilização mineira: Bispado de Mariana – Diogo de Vasconcelos; Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade (coordenação) (Autêntica Editora, 2014) | Página: 135

“A poesia é uma expressão do não ser do poeta. O que escrevo não é o que tenho; é o que me falta. Escrevo porque tenho sede e não tenho água. Sou pote. A poesia é água.”

Rubem Alves 

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 137 – Crônica: “É melhor não comparecer ao encontro”

“Nunca pude admirar um poeta que me foi possível ver.”

Bernardo Soares

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 137 – Crônica: “É melhor não comparecer ao encontro” | Bernardo Soares é um dos heterónimos de Fernando Pessoa

“Depois de escrever, leio… Por que escrevi isto? Onde fui buscar isto? De onde veio isto? Isto é melhor do que eu…”

Fernando Pessoa  

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 136 – Crônica: “É melhor não comparecer ao encontro”

🔖 Leia uma frase de Rubem Alves a partir deste trecho de Fernando Pessoa:

…

“Sou um fingidor. O que escrevo é melhor que eu. Finjo ser um outro. O texto é mais bonito que o escritor.”

Rubem Alves em concordância com um poema de Fernando Pessoa 

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 136 – Crônica: “É melhor não comparecer ao encontro…”

🔖 Leia o trecho original de Fernando Pessoa:

…

“Textos de fazer pensar são alimento para a inteligência. É preciso lê-los como quem come: devagar, ruminando, para que a inteligência tenha tempo de mastigá-los e digeri-los.”

Rubem Alves   

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Páginas: 11 e 12