“O homem nasce livre, e em toda parte está em cadeias.”
Rousseau
Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 172
“Abstemo-nos de ferir os outros, não porque ‘sabemos o que seja ser ferido’ mas porque causar danos a outros membros da espécie reduz as probabilidades de a espécie sobreviver e, quando ferimos outros, nós próprios já fomos feridos.”
B. F. Skinner
Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 165
“Imagens reforçadoras, decoração e música ambiente são usados para fazer com que lojas, escritórios e saguões de hotel funcionem como reforçadores condicionados, para aumentar a probabilidade de as pessoas voltarem de novo.”
B. F. Skinner
Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Páginas: 160 a 161
“Toda gente sofreu, e infelizmente continua a sofrer por causa das teorias mentalistas de aprendizagem no campo da educação. Trata-se de um campo no qual a meta parece obviamente ser uma questão de mudar mentalidades, atitudes sentimentos, motivos, etc., (…).”
B. F. Skinner
Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 158
“Infelizmente, os reforços mais comumente usados são negativos: o controle governamental e religioso se baseia principalmente na ameaça de punição (‘poder’) e as práticas não-institucionais são no geral da mesma espécie.”
B. F. Skinner
Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 156
“Tanto no autocontrole intelectual quanto no ético ela analisa contingências e pode extrair e aplicar regras. Mas muito pouco autocontrole, neste sentido, poderia ser aprendido numa só vida. Daí o valor da sabedoria popular, do conhecimento empírico, dos provérbios; máximas e outras regras a serem seguidas a fim de se obter um ajustamento mais conveniente às contingências que descrevem.”
B. F. Skinner
Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 153
“Numa análise behaviorista, conhecer outra pessoa é simplesmente conhecer o que ela faz, fez ou fará, bem como a dotação genética e os ambientes passados e presentes que explicam por que ela o faz. Não se trata de uma tarefa fácil porque muitos fatores relevantes estão fora de alcance e cada pessoa é indubitavelmente única.”
B. F. Skinner
Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 152
“Analisando as empresas brasileiras na década de 1970, Tragtenberg demonstra que, ao utilizar técnicas participativas, estas apenas estimulam nos funcionários uma consciência de que são importantes no processo decisório, quando, na verdade, apenas endossam decisões que já foram tomadas.”
Ana Paula Paes de Paula
Livro: Teoria crítica nas organizações (Thomson Learning, 2008) | Autora: Ana Paula Paes de Paula | Página: 105
“… uma sociedade que não está submetida a nenhuma autoridade vertical e em que as associações voluntárias interligadas substituem o Estado na tarefa de articular as partes da totalidade social. Sociedade basicamente fundada na solidariedade, na qual esta é obtida por acordo entre os diversos grupos sociais, territoriais e profissionais livremente estabelecidos no âmbito da produção e do consumo social.”
Definição de Anarquismo – Tragtenberg, 1987
Livro: Teoria crítica nas organizações (Thomson Learning, 2008) | Autora: Ana Paula Paes de Paula | Página: 93
“Na realidade, quando o anarquismo propõe uma sociedade sem Estado e sem governo, está sugerindo uma sociedade sem autoridade e burocracia, o que não implica uma sociedade sem organização, mas uma sociedade organizada de maneira autônoma a partir das suas bases e fundamentada na educação integral dos indivíduos.”
Ana Paula Paes de Paula
Livro: Teoria crítica nas organizações (Thomson Learning, 2008) | Autora: Ana Paula Paes de Paula | Página: 91
“(…), não é possível uma libertação solitária da opressão; se o indivíduo continua imerso em uma sociedade em que os outros continuam enredados pela dominação, não pode realizar plenamente suas capacidades emancipatórias.”
Ana Paula Paes de Paula
Livro: Teoria crítica nas organizações (Thomson Learning, 2008) | Autora: Ana Paula Paes de Paula | Página: 34
“(…), com os heróis do cinema e do mundo privado, o esforço de individualização foi substituído pelo esforço de imitação.”
Ana Paula Paes de Paula
Livro: Teoria crítica nas organizações (Thomson Learning, 2008) | Autora: Ana Paula Paes de Paula | Página: 13