“Não se mova, a não ser que veja uma vantagem; não use suas tropas a não ser que haja algum proveito; não lute, a não ser que sua posição seja crítica.”

Sun Tzu   

Livro: A arte da guerra (Ed. Golden Books, 2007 – Escrito em torno de 500 a.C.) | Autor: Sun Tzu | Página: 171

“O general habilidoso conduz seu exército como se estivesse trazendo pela mão um único homem.”

Sun Tzu   

Livro: A arte da guerra (Ed. Golden Books, 2007 – Escrito em torno de 500 a.C.) | Autor: Sun Tzu | Página: 138

“Se (…) o comandante for tolerante, mas incapaz de fazer sentir sua autoridade; bondoso, mas incapaz de fazer cumprir seu comando; e, além de tudo, incapaz de controlar a desordem; então seus soldados serão como filhos mimados, serão inúteis para qualquer propósito prático.”

Sun Tzu   

Livro: A arte da guerra (Ed. Golden Books, 2007 – Escrito em torno de 500 a.C.) | Autor: Sun Tzu | Páginas: 133 e 134

“Veja seus homens como seus discípulos e eles o seguirão aos vales mais profundos; zele por eles como se fossem seus filhos queridos e eles ficarão ao seu lado até mesmo na morte.”

Sun Tzu   

Livro: A arte da guerra (Ed. Golden Books, 2007 – Escrito em torno de 500 a.C.) | Autor: Sun Tzu | Página: 132

“O guerreiro genuíno é capaz de se proteger contra a derrota, mas não pode estar certo de que derrotará o inimigo.”

Sun Tzu   

Livro: A arte da guerra (Ed. Golden Books, 2007 – Escrito em torno de 500 a.C.) | Autor: Sun Tzu | Página: 51

🔖 Outra citação que expressa a mesma ideia:

“Se você conhecer o inimigo e a si mesmo, não precisa temer o resultado de uma centena de batalhas. Se você conhecer a si mesmo, mas não o inimigo, para cada vitória você sofrerá uma derrota. Se não conhecer nem o inimigo, nem a si mesmo, você sucumbirá em todas as batalhas.”

Sun Tzu   

Livro: A arte da guerra (Ed. Golden Books, 2007 – Escrito em torno de 500 a.C.) | Autor: Sun Tzu | Página: 47

“(…) o comandante do exército é o árbitro do destino do povo, o homem de quem depende se a nação estará em paz ou em perigo.”

Sun Tzu   

Livro: A arte da guerra (Ed. Golden Books, 2007 – Escrito em torno de 500 a.C.) | Autor: Sun Tzu | Página: 39

“O general que vence muitas batalhas faz muitos planos em seu templo antes de cada combate. O general que perde uma batalha não faz mais que poucos planos previamente. Portanto, planejar bastante leva à vitória: pouco planejamento, à derrota. Mais derrotado ainda será o que não fizer planejamento algum! Quando se está atento a esse ponto é possível prever quem está destinado a vencer ou a perder.”

Sun Tzu  

Livro: A arte da guerra (Ed. Golden Books, 2007 – Escrito em torno de 500 a.C.) | Autor: Sun Tzu | Página: 26

🔖 Leia outra citação que expressa a mesma ideia:

“O sábio não deve ostentar nem sequer suas qualidades mais importantes: contente-se em fazer, deixando o falar para os demais. Dê belas ações, mas não as venda.”

Baltasar Gracián    

Livro: A arte da prudência (Ed. Sextante, 2006 – 1ª Edição publicada em 1647, com nome de “Oráculo manual e a arte da prudência”) | Autor: Baltasar Gracián | Página: 87

“Aquele que sabe pode se arriscar a fazer o que quer, mas saber pouco e arriscar-se é jogar-se voluntariamente no precipício. Quando se sabe pouco, é melhor seguir pela estrada principal. Deve-se manter o caminho reto e não faltará o caminho firme.”

Baltasar Gracián    

Livro: A arte da prudência (Ed. Sextante, 2006 – 1ª Edição publicada em 1647, com nome de “Oráculo manual e a arte da prudência”) | Autor: Baltasar Gracián | Página: 85

“Não se deve criticar sem consideração: o mau gosto normalmente nasce da ignorância.”

Baltasar Gracián    

Livro: A arte da prudência (Ed. Sextante, 2006 – 1ª Edição publicada em 1647, com nome de “Oráculo manual e a arte da prudência”) | Autor: Baltasar Gracián | Página: 85

“A memória é descortês (falta quando é mais necessária) e tola (vem quando não convém): detém-se no que faz sofrer e descuida daquilo que gosta. Às vezes o remédio de uma desgraça é esquecê-la, mas se esquece o remédio.”

Baltasar Gracián    

Livro: A arte da prudência (Ed. Sextante, 2006 – 1ª Edição publicada em 1647, com nome de “Oráculo manual e a arte da prudência”) | Autor: Baltasar Gracián | Página: 83