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“A memória é descortês (falta quando é mais necessária) e tola (vem quando não convém): detém-se no que faz sofrer e descuida daquilo que gosta. Às vezes o remédio de uma desgraça é esquecê-la, mas se esquece o remédio.”

Baltasar Gracián    

Livro: A arte da prudência (Ed. Sextante, 2006 – 1ª Edição publicada em 1647, com nome de “Oráculo manual e a arte da prudência”) | Autor: Baltasar Gracián | Página: 83

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