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“Desconfiava-se do Intendente, desconfiava-se dos absolutistas, desconfiava-se da revolução; desconfiava-se de tudo. Era natural. Quando despertamos de um sonho aflitivo, ainda duvidamos nos primeiros momentos da realidade dos objetos que encontramos ante os olhos: são momentos de transição, de incerteza.”

Joaquim Felício dos Santos

Livro: Memórias do Distrito Diamantino (Editora Itatiaia e Editora da Universidade de São Paulo, 1976 – Data da primeira publicação: 1868) | Autor: Joaquim Felício dos Santos | Página: 265

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