“Falando mais do passado que do presente e mais do presente que do futuro, os monumentos ativam a energia conservadora dos sentimentos, e são o lastro moderador das virtudes antigas no ímpeto ardente das ideias. Formas de vida, que passa, temos de desaparecer para darmos lugar a novas, que representem o progresso; e por isso a brevidade da vida nos afasta, cada século, mais, do meio em que se geraram as tradições. O remédio é, pois, deixarmos símbolos, que não morram conosco, mas lembrem a solidariedade dos tempos no aperfeiçoamento da marcha coletiva.”
Diogo de Vasconcelos (1843-1927)
Livro: História da civilização mineira: Bispado de Mariana – Diogo de Vasconcelos (Autêntica Editora, 2014) | Coordenação: Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade | Página: 13
