“(…) evidentemente é absurdo considerar o não-ser como um mal; com efeito, todo mal, como todo bem, tem por pressuposto a existência, e mesmo a consciência; mas essa consciência cessa com a vida, como também no sono e no desmaio; sabemos, portanto, com certeza e por uma experiência familiar, que a desaparição da consciência não comporta nenhum mal, e em todo caso a produção desse fenômeno é coisa de um instante.”
Arthur Schopenhauer
Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 28 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si
Please follow and like us:
