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“Penso, logo existo.”

“Cogito, ergo sum.”

Descartes

Livro: O existencialismo é um humanismo (Vozes, 2014 / 5ª Reimpressão 2022 – Publicado originalmente em 1946) | Autor: Jean-Paul Sartre | Página: 33

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Páginas: 49 e 166

Livro: Coleção saberes: 100 minutos para entender Platão (Astral Cultural, 2022) | Página: 108

Livro: A ética protestante e o espírito do capitalismo (Martin Claret, 2013 – Textos escritos em 1904 e 1905) | Autor: Max Weber | Página: 146

Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 200

🔖 Leia a explicação de Descartes sobre essa frase:

“(…) enquanto eu queria assim pensar que tudo era falso, cumpria necessariamente que eu, que pensava, fosse alguma coisa. E, notando que esta verdade: eu penso, logo existo, era tão firme e tão certa que todas as mais extravagantes suposições dos céticos não seriam capazes de a abalar, julguei que podia aceitá-la, sem escrúpulo, como o primeiro princípio da filosofia que procurava.”

Descartes – Discurso do método  

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 173

🔖 E agora, algumas releituras desta frase clássica:

“Consumo, logo existo.”

Peter L. Berger transformando a frase de Descartes

Livro: Psicologia do Consumidor (E.P.U., 1980) | Autora: Christane Gade | Página: 135

“Ocupo, logo existo.”

Rob Shields

Livro: Modernidade Líquida (Zahar, 2021 – 1ª Edição 2000) | Autor: Zygmuny Bauman | Página: 144

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