“Como fiquei perplexa ao ouvir que, já adulta, ela havia viajado até a Gambia, na África ocidental, e encontrado alguns membros da sua linhagem que, pasmem!, tinham na sua tribo muitas pessoas altas como teixos, esbeltas e com os incisivos separados. Explicaram-lhe que essa separação se chamava Sakaya Yallah, que quer dizer ‘abertura de Deus’… e era interpretada como um sinal de sabedoria.”
Clarissa Pinkola Estés
Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 231
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