“O bom, se é breve, é bom duas vezes. E o mau, se for pouco, não é tão ruim. Falar o essencial dá melhores resultados do que ser prolixo.”
Baltasar Gracián
Livro: A arte da prudência (Ed. Sextante, 2006 – 1ª Edição publicada em 1647, com nome de “Oráculo manual e a arte da prudência”) | Autor: Baltasar Gracián | Página: 45
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“Nunca diga mais do que a situação exige – mas nunca diga menos do que o necessário.”
Bryan A. Garner
“Atente à importância de cada palavra. Nunca use duas palavras quando puder usar uma, três quando poder usar duas e assim por diante. (…) Remova todas as palavras que não desempenham função real. Essa prática poupa os leitores tempo e esforço, além de tornar suas ideias mais fáceis de ser entendidas e aplicadas.”
Bryan A. Garner
“A prolixidade existe em diversos níveis, desde afirmativas desconexas até repetições desnecessárias, passando por verborragias que podem ser substituídas por frases mais curtas e precisas. Seja qual for o caso, a prolixidade é sempre ruim.”
Bryan A. Garner
“Seja breve (evite prolixidade).”
Christian Dunker e Cláudio Thebas
“O mandamento do silêncio tem sido, começando pela ameaça bíblica de punição para cada palavra inútil, especialmente desde os monges de Cluny, um meio de educação ascética predileto para o autocontrole. Baxter fala em detalhes da pecaminosidade de palavras desnecessárias.”
Max Weber
“(…) nada há mais feio que dar pernas longuíssimas a ideias brevíssimas.”
Machado de Assis
“(…), Luis Fernando Verissimo conta com seu magistral domínio da linguagem e do ritmo da narração. Tem uma admirável economia no uso das palavras – tudo é enxuto, nada sobra.”
Ana Maria Machado
Livro: Comédias para se ler na escola (Objetiva, 2001) | Autor: Luis Fernando Verissimo | Página: 14
