“Atente à importância de cada palavra. Nunca use duas palavras quando puder usar uma, três quando poder usar duas e assim por diante. (…) Remova todas as palavras que não desempenham função real. Essa prática poupa os leitores tempo e esforço, além de tornar suas ideias mais fáceis de ser entendidas e aplicadas.”
Bryan A. Garner
Livro: A arte de escrever bem no trabalho – Harvard Business Review (Ed. Sextante, 2022) | Autor: Bryan A. Garner | Página: 67
🔖 Leia outras citações que expressam a mesma ideia:
“Nunca diga mais do que a situação exige – mas nunca diga menos do que o necessário.”
Bryan A. Garner
“A prolixidade existe em diversos níveis, desde afirmativas desconexas até repetições desnecessárias, passando por verborragias que podem ser substituídas por frases mais curtas e precisas. Seja qual for o caso, a prolixidade é sempre ruim.”
Bryan A. Garner
“O bom, se é breve, é bom duas vezes. E o mau, se for pouco, não é tão ruim. Falar o essencial dá melhores resultados do que ser prolixo.”
Baltasar Gracián
“Resista ao impulso de acrescentar coisas. Quando fica óbvio nos testes que os usuários não estão obtendo alguma coisa, a reação da maioria das pessoas é adicionar algo, como uma explicação ou outras instruções. Com muita frequência, a solução correta é tirar alguma(s) coisa(s) que esteja(m) obscurecendo o significado, em vez de adicionar mais distração ainda.”
Steve Krug
“Deve-se trabalhar mais para tirar do que para acrescentar. Tirar o supérfluo para dar uma informação exata, em vez de acrescentar, complicando a informação.”
Bruno Munari
Livro: Design e comunicação visual (Ed. Martins Fontes, 1997) | Autor: Bruno Munari | Página: 58
“A escrita robusta é concisa. Uma frase não deve conter palavras desnecessárias e um parágrafo não deve ter frases desnecessárias pelo mesmo motivo pelo qual um desenho não deve ter linhas desnecessárias e uma máquina não deve ter peças desnecessárias.”
Steve Krug
“Livre-se de metade das palavras de cada página e depois da metade das que restaram.”
Terceira lei de usabilidade de Krug
“ ‘Jogue um pouco de ouro no chão’. Esse ditado provém de desprender las palabras, que na tradição dos contadores de histórias, dos cuentistas, significa jogar fora algumas das palavras da história para torná-la mais forte.”
Clarissa Pinkola Estés
“O mandamento do silêncio tem sido, começando pela ameaça bíblica de punição para cada palavra inútil, especialmente desde os monges de Cluny, um meio de educação ascética predileto para o autocontrole. Baxter fala em detalhes da pecaminosidade de palavras desnecessárias.”
Max Weber
“(…), Luis Fernando Verissimo conta com seu magistral domínio da linguagem e do ritmo da narração. Tem uma admirável economia no uso das palavras – tudo é enxuto, nada sobra.”
Ana Maria Machado
Livro: Comédias para se ler na escola (Objetiva, 2001) | Autor: Luis Fernando Verissimo | Página: 14
