“O hábito de interromper o afluxo do inconsciente, corrigi-lo ou criticá-lo reforçou-se pela tradição e pelo medo que se tem de admitir diante dos outros ou de si mesmo a angústia mobilizada pelas verdades insidiosas, compreensões arriscadas e constatações desagradáveis; o receio, enfim, de tudo que faz o homem fugir de si mesmo como um flagelo.”
C. G. Jung
Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 78
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