“Pois não pode ser o sujeito dessa proposição simbólica a menos que seja destinado a e compreendido como tal.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 357 – Página: 101
“Quando um ouvinte ouve o termo ‘luz’, ele cria em sua mente uma imagem desse termo, e passa pelo mesmo processo de pensamento que é atribuído a Elohim no primeiro capítulo do Gênese. ‘E Deus disse, Que haja luz; e houve luz. E Deus viu a luz, viu que isso era bom’. – ou seja, que a luz realmente era aquilo que se pretendia criar. Equivalia a dizer ‘isso é luz’! Até que se realize esse processo, o nome não suscita significado algum na mente do ouvinte.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 341 – Página: 93
“A verdade é que meu ensaio de 1867 foi talvez o menos insatisfatório, de um ponto de vista lógico, que jamais consegui produzir; e durante muito tempo, a maioria das modificações que nele tentei introduzir só me introduziram ainda mais no caminho do erro.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 320 – Páginas: 92 a 93
“(…) pois a palavra ‘estrela’, que é um Signo, não é imaginável, dado que não é esta palavra em si mesma que pode ser transporta para o papel ou pronunciada, mas apenas um de seus aspectos, e uma vez que é a mesma palavra quando escrita e quando pronunciada, sendo no entanto uma palavra quando significa ‘astro com luz própria’ e outra totalmente distinta quando significa ‘artista célebre’ e uma terceira quando se refere a ‘sorte’.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 230 – Páginas: 46 a 47
“(…), o progresso da ciência não pode ir muito longe a não ser que se conte com a colaboração ou, em termos mais precisos, nenhuma mente pode dar um passo sem a ajuda de outras mentes.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 220 – Página: 39