“Não devemos nos identificar com a própria razão, pois o homem não é apenas racional, não pode e nunca vai sê-lo. Todos os mestres da cultura deveriam ficar cientes disso. O irracional não deve e não pode ser extirpado. Os deuses não podem e não devem morrer.”

C. G. Jung     

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 64

“O conceito de Deus é simplesmente uma função psicológica necessária, de natureza irracional, que absolutamente nada tem a ver com a questão da existência de Deus. O intelecto humano jamais encontrará uma reposta para esta questão. Muito menos pode haver qualquer prova da existência de Deus, o que, aliás, é supérfluo. A ideia de um ser todo-poderoso, divino, existe em toda parte. Quando não é consciente, é inconsciente, porque seu fundamento é arquetípico.”

C. G. Jung     

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 63

“Esta é a manifestação característica do arquétipo: uma espécie de força primordial se apodera da psique e a impele a transpor os limites do humano, dando origem aos excessos, à presunção (inflação!), à compulsão à ilusão ou à comoção, tanto no bem como no mal.”

C. G. Jung

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 63

“Ao que parece, os arquétipos não são apenas impregnações de experiências típicas, incessantemente repetidas, mas também se comportam empiricamente como forças ou tendências à repetição das mesmas experiências.”

C. G. Jung     

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 61

🔖 Leia outras citações que abordam o mesmo tema:

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“Sempre encontramos nos doentes um conflito que se liga, num determinado ponto, aos grandes problemas da sociedade; quando a análise chega a esse ponto, o conflito aparentemente individual revela-se um conflito universal de seu ambiente e de sua época.”

C. G. Jung

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 130

“Por um lado, ele quer suprimir-se e por outro, libertar-se: a esta luta dá-se o nome de neurose.”

C. G. Jung       

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 131

“Comumente, as neuroses juvenis são produzidas por um choque entre as forças de realidade e uma atitude infantil insuficiente, caracterizada, em sua causa, por uma dependência anormal dos pais reais ou imaginários e, em sua meta, por uma criatividade deficiente, isto é, por propósitos e ambições inadequados.”

C. G. Jung     

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 51

“(…) nenhum ser humano é exclusivamente introvertido nem exclusivamente extrovertido, ambas as atitudes existem dentro dele, mas só uma foi desenvolvida com função de adaptação (…)”

C. G. Jung      

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 48

📚 Outros livros que falam sobre introversão e extroversão são:

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“(…) não existem muitas pessoas normais. O que comumente entendemos por ‘homem normal’ é, na realidade, o homem ideal, portador de uma feliz mistura de caráter – o que é raríssimo.”

C. G. Jung     

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Páginas: 47 e 48

“Com força de vontade pode-se conseguir muita coisa, não resta a menor dúvida. Mas, considerando o destino de certas personalidades dotadas de grande força de vontade, é um erro fundamental querer submeter seu próprio destino à sua vontade, a qualquer preço. Nossa vontade é uma função dirigida pela reflexão; logo, ela depende da qualidade da nossa reflexão.”

C. G. Jung     

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 41

“Enfrentar a vida cotidiana, com todas as suas exigências banais de dedicação, paciência, perseverança e sacrifícios, humildemente, sem visar o aplauso, sem grandes gestos heroicos – este é o nosso heroísmo cotidiano, invisível para os outros.”

C. G. Jung    

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 40

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

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“Já vi mais de uma pessoa cuja vida só teve utilidade e sentido graças a uma neurose, que a impedia de cometer todas as asneiras decisivas da vida, obrigando-a a levar uma existência que desenvolvesse seus germes preciosos, que teriam sido sufocados caso a neurose, com mãos de ferro, não a tivesse colocado em seu devido lugar.”

C. G. Jung    

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 39

“Uma pessoa só foi compreendida pela metade, quando se sabe a proveniência de tudo o que aconteceu com ela. (…) Como ser vivo, ela não foi compreendida, porque a vida não é só ontem nem fica explicada quando se reduz o hoje ao ontem. A vida também é amanhã; só compreendemos o hoje se pudermos acrescentá-lo àquilo que foi ontem e ao começo daquilo que será amanhã.”

C. G. Jung    

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 38

🔖 Leia outras citações que abordam o mesmo tema:

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“A alma não é só isso ou aquilo, ou, se preferirem, isso e aquilo, mas também tudo que ela já fez e ainda vai fazer com isso.”

C. G. Jung    

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 38

“Finalmente, fundamentado em muitas observações e experiências, cheguei a apresentar dois tipos básicos de comportamento ou de atitude, ou seja, a introversão e a extroversão. A primeira atitude, quando normal, é caracterizada por um ser hesitante, reflexivo, retraído, que não se abre com facilidade, que se assusta com objetos e sempre está na defensiva, gostando de se proteger por trás do escudo de uma observação desconfiada. A segunda, quando normal, é caracterizada por um ser afável, aparentemente aberto, de boa vontade, que se adapta bem a qualquer situação, se relaciona facilmente com as pessoas e, não raro, se lança despreocupado e confiante em situações desconhecidas sem levar em conta a eventualidade de certos riscos. É evidente que no primeiro caso é o sujeito quem decide e no segundo o objeto.”

C. G. Jung    

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 36

📚 Outros livros que falam sobre introversão e extroversão são:

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“Um homem completo, no entanto, sabe que mesmo seu mais feroz inimigo, não um só, mas um bom número deles, não chega aos pés daquele terrível adversário, ou seja, aquele ‘outro’ que ‘habita em seu seio’.”

C. G. Jung

Livro: Psicologia do Inconsciente (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1916) | Autor: C. G. Jung | Página: 27

🔖 Leia outras frases que expressam a mesma ideia:

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