“(…) medo daquilo que não existe é tão útil para mim quanto o medo daquilo que existe.”
“Diabo” – Napoleon Hill
Livro: Mais esperto que o Diabo (CDG, 2022 – Escrito originalmente em 1938) | Autor: Napoleon Hill | Página: 52
“Um dos mais astutos instrumentos que uso para o controle da mente humana é o medo. (…) Os seis medos mais efetivos são o medo da pobreza, da crítica, da perda da saúde, da perda do amor, da velhice e da morte.”
“Diabo” – Napoleon Hill
Livro: Mais esperto que o Diabo (CDG, 2022 – Escrito originalmente em 1938) | Autor: Napoleon Hill | Página: 51
“(…) todo indivíduo tem o poder de mudar seu estado material ou financeiro, mas primeiro ele ou ela tem que mudar a natureza das suas crenças.”
Napoleon Hill
Livro: Mais esperto que o Diabo (CDG, 2022 – Escrito originalmente em 1938) | Autor: Napoleon Hill | Página: 53
“Fiquei maravilhado quando tentei esse plano de oferecer uma oração de agradecimento por tudo que eu já possuía, pois assim descobri a vasta riqueza de que já dispunha e não apreciava.”
Napoleon Hill
Livro: Mais esperto que o Diabo (CDG, 2022 – Escrito originalmente em 1938) | Autor: Napoleon Hill | Página: 40
“Somos resultado do tempo, e nossas reações, nossas atitudes atuais, são efeitos acumulados de muitos milhares de momentos, incidentes e experiências.”
J. Krishnamurti
Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 197
“Podeis experimentar isso, por vós mesmos, muito simples e facilmente. A próxima vez que estiverdes irritado ou enciumado, ou virdes que sois ávido, ou violento, ou o que quer que seja, observai a vós mesmo. Neste estado, vós não existis. Há somente aquele estado de ser.”
J. Krishnamurti
Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Páginas: 148 a 149
“(…) percebo que sofro porque estou perdido; estou sendo chamado a dar atenção a uma coisa que não desejo olhar; apresenta-se-me, à força, uma coisa que não tenho vontade de ver nem de compreender.”
J. Krishnamurti
Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 144
“Já tentastes todos os meios de preencher o vazio da solidão. (…) Conseguistes preencher o vazio, ou apenas o tapastes? Se o tapastes apenas, ele continua a existir, e portanto voltará.”
J. Krishnamurti
Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 142
“Apesar do fato de ainda não ter sido mostrado para mim como ou de que fonte eu seria capaz de receber os recursos necessários, eu tinha fé inabalável de que o dinheiro estava vindo ao meu alcance – na verdade conseguia enxergá-lo já em minha posse.”
Napoleon Hill
Livro: Mais esperto que o Diabo (CDG, 2022 – Escrito originalmente em 1938) | Autor: Napoleon Hill | Página: 33
“Só posso ter medo do que conheço. Quando digo que temo a morte, estarei realmente com medo do desconhecido, que é a morte, ou estarei com medo de perder as coisas que conheço? Não tenho medo da morte e sim de perder a associação com as coisas que me pertencem. Meu medo está sempre em relação com o conhecido, não com o desconhecido.”
J. Krishnamurti
Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 72
“Se não tivermos crenças com que a mente esteja identificada, então, livre dessa identificação, ela é capaz de olhar a si mesma tal como é; começa aí, sem dúvida, a compreensão de nós mesmos.”
J. Krishnamurti
Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 52
“Pela aceitação de crença compreendemos a nós mesmos? Ao contrário. Uma crença, religiosa ou política, impede-nos, obviamente, a compreensão de nós mesmos. É como uma cortina, através da qual nos olhamos, a nós mesmos.”
J. Krishnamurti
Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 51
“Para nos transformarmos é essencial o autoconhecimento; se não sabemos o que somos, não pode haver transformação. Deve o indivíduo conhecer a si mesmo tal como é, e não como deseja ser, pois isso é apenas um ideal e, portanto, fictício, imaginário. Só o que é pode ser transformado, e não aquilo que desejamos ser.”
J. Krishnamurti
Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 40