“(…) ninguém saberá o que existe de solidão, de amargura, de renúncia, atrás de toda aparência de felicidade.”
Paulo Coelho
Livro: Veronika decide morrer (Objetiva, 1998) | Autor: Paulo Coelho | Página: 30
“É coisa muito infeliz que os séculos XIII, XIV e XV, sob o nome de Idade Média, sejam confundidos uns com os outros, uma vez que são tão diferentes, sob todos os aspectos, quanto a Renascença o é dos tempos modernos.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 11 – Página: 318
“A lei que legaliza o casamento com a irmã da mulher morta foi desde logo imposta porque proporciona um remédio para uma inconveniência concretamente sentida; mas ninguém propôs uma lei para legalizar o casamento com o irmão do marido morto.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 10 – Página: 316 a 317
“A existência espiritual, tal como a que um homem tem em si, a que ele carrega consigo em suas opiniões e sentimentos, como a simpatia e o amor: é isto que serve como evidência do valor absoluto do homem – e é esta existência que a lógica descobre ser, sem dúvida, imortal.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 593 – Página: 311
“Quando eu, isto é, meus pensamentos, entro em outro homem, não levo comigo necessariamente todo meu ser, mas o que levo de fato é a semente da parte que não estou levando – e se carrego a semente de toda minha essência, carrego a de todo meu ser concreto e potencial. Posso escrever sobre papel e, deste modo, nele imprimir uma parte de meu ser; essa parte de meu ser pode envolver apenas aquilo que tenho em comum com todos os homens e, neste caso, eu deveria ter levado comigo a alma da raça, mas não minha alma individual para a palavra ali escrita.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 591 – Página: 310
“Há uma noção bárbara e miseravelmente material segundo a qual um homem não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo; como se ele fosse uma coisa! Uma palavra pode estar em vários lugares ao mesmo tempo, (…), porque sua essência é espiritual; e creio que o homem não é em nada inferior à palavra sob este aspecto. Todo homem tem uma identidade que transcende em muito o mero animal – uma essência, um significado, por mais sutil que possa ser. Ele não pode conhecer sua própria significação essencial; de seu olho é o olhar.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 591 – Página: 309
“Percepção é a possibilidade de adquirir informação, de significar mais; ora, uma palavra pode aprender. Quanto mais não significa hoje a palavra eletricidade do que significava ao tempo de Franklin? Quanto mais não significa hoje o termo planeta do que ao tempo de Hiparco? Estas palavras adquiriram informação, tal como o faz o pensamento de um homem através de uma percepção ulterior.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 586 – Página: 307
“Aquilo que, hoje, é para nós inconcebível pode, amanhã, demonstrar-se concebível e mesmo provável; de tal forma que nunca podemos estar absolutamente seguros de que um juízo é perceptivo e não abdutivo; e isto pode aparentemente constituir dificuldade no caminho de nos satisfazermos com o fato de que a primeira proposição cotária seja verdadeira.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 187 – Página: 229
“Outro fato familiar é que percebemos, ou parecemos perceber, certos objetos diversamente daquilo que realmente são, acomodando-os à sua intenção manifesta. Os revisores de provas recebem altos salários porque as pessoas comuns deixam de ver erros, de imprensa, uma vez que seus olhos os corrigem.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 185 – Página: 228
“Talvez queira ir para o céu. Mas se esquece de indagar que bem traria sua ida para o céu. Seria feliz ali, ele acha. Mas isso é uma mera palavra. Não é uma resposta real à questão.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 158 – Página: 214
“O guerreiro da luz acredita. Porque crê em milagres, os milagres começam a acontecer. Porque tem certeza de que seu pensamento pode mudar sua vida, sua vida começa a mudar. Porque está certo de que ira encontrar o amor, este amor aparece.”
Paulo Coelho em “Manual do Guerreiro da Luz”
Livro: Manual do Guerreiro da Luz (Objetiva, 1997) | Autor: Paulo Coelho| Página: 76
Livro: Palavras essenciais (Vergara & Riba Editoras S.A., 1998) | Autor: Paulo Coelho | Página: 103