“Para descobrirmos o que é autenticamente individual em nós mesmos, torna-se necessária uma profunda reflexão; a primeira coisa a descobrirmos é quão difícil se mostra a descoberta da própria individualidade.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 30

“O homem possui uma faculdade muito valiosa para os propósitos coletivos, mas extremamente nociva para a individualização: sua tendência a imitação. (…) A base da ordem social não é a lei, mas a imitação, este último conceito abarcando também a sugestionalidade, a sugestão e o contágio mental.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 29

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“Todos os instintos básicos e formas fundamentais do pensamento e do sentimento são coletivos.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 29

🔖 Outras citações que abordam a ideia do inconsciente coletivo:

“A admiração que sentimos diante das grandes organizações vacila quando nos inteiramos do outro lado de tais maravilhas: o tremendo acúmulo e intensificação de tudo o que é primitivo no homem, além da inconfessável destruição de sua individualidade, em proveito do monstro disfarçado que é toda grande organização.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 28

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“Quanto maior a organização, mais duvidosa é sua moralidade e mais cega sua estupidez.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Páginas: 27 a 28

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“Todo indivíduo é, inconscientemente, pior em sociedade do que quando atua por si só. O motivo é que a sociedade o arrasta e na mesma medida o torna isento de sua responsabilidade individual. Um grupo numeroso de pessoas, ainda que composto de indivíduos admiráveis, revela a inteligência e moralidade de um animal pesado, estúpido e predisposto à violência.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 27

“Quanto maior for uma comunidade e quanto mais a soma dos fatores coletivos, peculiar a toda grande comunidade, repousar sobre preconceitos conservadores, em detrimento da individualidade, tanto mais o indivíduo será moral e espiritualmente esmagado. O resultado disto é a obstrução da única fonte de progresso moral e espiritual da sociedade. Nestas condições só poderão prosperar a sociedade e o que é coletivo no indivíduo.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 27

“Em sua identificação com a psique coletiva, ele tentará impor aos outros as exigências do seu inconsciente, uma vez que esse tipo de identificação acarreta um sentimento de validez geral (“semelhança a Deus”). Em tal eventualidade, ignorará por completo as diferenças da psique pessoal dos demais. (…) Uma atitude coletiva pressupõe, obviamente, esta mesma psique coletiva nos outros. Isto significa, porém, um menosprezo implacável frente às diferenças individuais, sem falar nas de caráter mais geral: as diferenças de raça, por exemplo, que existem dentro da própria psique coletiva. Tal desprezo pela individualidade significa a asfixia do ser individual, em consequência da qual o elemento de diferenciação é suprimido na comunidade. O elemento de diferenciação é o indivíduo.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Páginas: 26 a 27

“O pensamento, sentimento e esforço coletivos são relativamente mais fáceis do que a função e o esforço individuais; daí a grande tentação de substituir a diferenciação individual da personalidade pela função coletiva.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 26

“A importância do prestígio pessoal determina a possibilidade de uma dissolução regressiva na psique coletiva, representando por isso um perigo, não só para o indivíduo favorecido, como também para seus seguidores. (…) A pessoa torna-se então uma verdade coletiva e isto é sempre o começo do fim.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 25

“Quando a sociedade, como conjunto, necessita de uma figura que atue magicamente, serve-se da vontade de poder do indivíduo e da vontade de submissão da massa como veículo, possibilitando assim a criação do prestígio pessoal. Este último é um fenômeno da maior importância para a vida coletiva dos povos, tal como nos mostra a história política em seus primórdios.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 25

🔖 Outra citação que aborda o mesmo tema:

“A formação do prestígio é sempre um produto do compromisso coletivo: não só deve haver alguém que deseje o prestígio, como um público que procure alguém para prestigiar. Assim sendo, seria inexato dizer que alguém adquire prestígio devido à sua vontade de poder individual; trata-se, muito mais, de uma questão coletiva.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 25

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“Na psique coletiva abrigam-se todas as virtudes específicas e todos os vícios da humanidade e todas as outras coisas. Alguns se apropriam da virtude coletiva como de um mérito pessoal, outros encaram o vício coletivo como uma culpa que lhes cabe. As duas posições são tão ilusórias quanto a mania de grandeza e o sentimento de inferioridade.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 24

“A relação da psique pessoal com a psique coletiva corresponde, mais ou menos, à relação do indivíduo com a sociedade. Do mesmo modo que o indivíduo não é apenas um ser singular e separado, mas também um ser social, a psique humana também não é algo isolado e totalmente individual, mas também um fenômeno coletivo.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Páginas: 21 a 22 

“O inconsciente jamais se acha em repouso, no sentido de permanecer inativo, mas está sempre empenhado em agrupar e reagrupar seus conteúdos.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 4

“O inconsciente também inclui componentes que ainda não alcançaram o limiar da consciência. Constituem eles as sementes de futuros conteúdos conscientes.” 

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 3