“Em 1935, um estudante me perguntou: ‘Dr. Pauling, o que é preciso fazer para ter boas ideias?’ Eu disse: ‘Ter um monte de ideias e jogar fora as ruins’.”
“Pediram-me que eu me reunisse com quarenta alunos que haviam sido considerados ‘social e emocionalmente desajustados’. Fiquei impressionado com a maneira pela qual rótulos como esse servem de profecias que acabam acarretando a própria concretização. Se você fosse um estudante rotulado assim, isso não lhe daria com justiça a permissão de se divertir um pouco na escola resistindo a fazer o que quer que lhe pedissem?”
“Minha mãe me tornou cientista sem querer. Toda mãe judia do Brooklyn perguntava ao filho quando ele voltava da escola: ‘Você aprendeu alguma coisa hoje?’. Minha mãe, não. ‘Izzy’, ela dizia, ‘você fez perguntas inteligentes hoje?’.”
“Ensinar é esperar respostas, aprender é fazer perguntas.”



