Sócrates
Nascido em 470 a.C. (data estimada) em Atenas – Grécia.
Falecido em 399 a.C. em Atenas – Grécia. Acusado de corromper a juventude, foi condenado a pena de morte, por meio de envenenamento. Poderia ter trocado a morte por exílio, se renunciasse às suas ideias, mas preferiu beber o veneno (cicuta).
Filósofo. Não há registros escritos de Sócrates, sendo conhecido principalmente através de relatos de seus discípulos Platão e Xenofonte.
“Conhece-te a ti mesmo.”
Sócrates
Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 147
“Tome cuidado com a aridez de uma vida ocupada.”
Sócrates
Livro: Essencialismo – A disciplinada busca por menos (Ed. Sextante, 2015) | Autor: Greg McKeown | Página: 233
Livro: “A estreia do líder – Os primeiros passos na trilha da liderança” (Editora Alta Books, 2017) | Paulo Vieira Campos | Página: 57
“Só sei que nada sei.”
Sócrates
Livro: Coleção saberes: 100 minutos para entender Platão (Astral Cultural, 2022) | Página: 35
“A vida irrefletida não vale a pena ser vivida.”
Sócrates
Livro: Coleção saberes: 100 minutos para entender Platão (Astral Cultural, 2022) | Página: 35
“A morte é propriamente o gênio inspirador, ou a musa da filosofia, e por isso Sócrates a definiu como ‘preparação para a morte’.”
Arthur Schopenhauer
Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 23 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si
“Segundo o direito ateniense, Sócrates era um criminoso, e a sua condenação nada tinha de injusto. Contudo, o seu crime, a saber, a independência do seu pensamento, era útil não só à humanidade mas também à sua pátria: servia para preparar uma moral e uma fé novas de que os atenienses necessitavam naquele momento, porque as tradições de que tinham vivido até então já não estavam em harmonia com as suas condições de existência.”
Émile Durkheim
Livro: As regras do método sociológico (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1895) | Autor: Émile Durkheim | Páginas: 86 a 87
